15: Sei lá que título dar pra isso.
Segunda-feira, Julho 11, 2005
Eu já disse que quero logo minha vida de universitário? Não? Tá, eu digo: eu quero. Tô meio que cansado do colegial. Quero logo assistir aula quando eu quiser, ir de chinelo pra aula e, por incrível que pareça pra muita gente, ter aulas de cálculo. Pra mim, isso seria bem massa, mas não é o que parece pelo menos pra maioria.
É impressionante como toodos por aí, principalmente as meninas, vão fazer publicidade. Não sei onde é que vai caber tanta gente. Não sei mermo. E nem sei o que é que vêem de tão interessante nessa coisa toda. Eu até que gosto e sei dar valor a algumas propagandas bem feitas. Mas eu realmente não tenho simpatia pela idéia que tudo isso tem lá no fundo: enganar os outros. Não me imagino criando um plano maléfico pra fazer os pais comprarem biscoito porque as criancinhas gostaram da embagalagem - não mermo. Tem até uma música de Nação Zumbi que diz "Como pode a propaganda ser a alma do negócio, se o negócio que engana não tem alma?". É.. não pode; de jeito algum.
No entanto, não se trata de achar isso absolutamente errado nem nada. Eu até acho que tem que ter gente pra fazer de tudo. Se todo mundo quisesse ser engenheiro, eu tava fudido. Então, eu até apoio! Vão lá, façam publicidade. Só realmente não tenho grande afinidade com isso. Cada um na sua. Quem gostar que trabalhe com isso. Eu, que não gosto, não vou fazer, não vou ganhar dinheiro com publicidade - igualzinho o filho-da-puta da vez, o Marcos Valério. Ou vai querer me enganar que aquele dinheiro todo é realmente vindo da propaganda? Ah, conta outra, careca.
***
Ontém, o burro aqui perdeu o show de Los Hermanos - sim, eu me xinguei igual você deve tar fazendo-, porque não sabia que o Porão do Rock ia começar mais cedo e fui ao cinema ver bátima. Que ótimo, hein? Muuito boa idéia. Me impressiono comigo mermo. Mas, bem.. pelo menos teve algum lado bom - ou digamos que eu tenha visto o lado cheio do copo ou, mais provavelmente, inventado mais uma desculpa pra me consolar: o filme foi bom. Nossa, que compensador, né? Não, nadinha. Mas fa-z-o-quê? Perdi o show mermo, então deixa eu dizer logo do filme. Ao contrário do que eu imaginava, esperando que fosse só mais um filme blockbuster, foi massa. Numa parte dele, a personagem da mulezinha lá - Katie Holmes, superlindíssima - disse mais ou menos assim: o que você é não se define pelo que é por dentro, mas sim por suas ações. Gostei. Eu realmente concordo. De nada adianta ser ou achar que é alguma coisa se nada é feito pelo que se defende. E isso me lembrou a música duma banda que eu fiquei feliz por não ter perdido no porão, Astronautas:
"Não Faço Nada, Não Faço Nada,
Não Faço Nada, porque tudo tanto faz
E eu continuo a esperar que tudo caia do céu."
dejávù?
Eu já disse que quero logo minha vida de universitário? Não? Tá, eu digo: eu quero. Tô meio que cansado do colegial. Quero logo assistir aula quando eu quiser, ir de chinelo pra aula e, por incrível que pareça pra muita gente, ter aulas de cálculo. Pra mim, isso seria bem massa, mas não é o que parece pelo menos pra maioria.
É impressionante como toodos por aí, principalmente as meninas, vão fazer publicidade. Não sei onde é que vai caber tanta gente. Não sei mermo. E nem sei o que é que vêem de tão interessante nessa coisa toda. Eu até que gosto e sei dar valor a algumas propagandas bem feitas. Mas eu realmente não tenho simpatia pela idéia que tudo isso tem lá no fundo: enganar os outros. Não me imagino criando um plano maléfico pra fazer os pais comprarem biscoito porque as criancinhas gostaram da embagalagem - não mermo. Tem até uma música de Nação Zumbi que diz "Como pode a propaganda ser a alma do negócio, se o negócio que engana não tem alma?". É.. não pode; de jeito algum.
No entanto, não se trata de achar isso absolutamente errado nem nada. Eu até acho que tem que ter gente pra fazer de tudo. Se todo mundo quisesse ser engenheiro, eu tava fudido. Então, eu até apoio! Vão lá, façam publicidade. Só realmente não tenho grande afinidade com isso. Cada um na sua. Quem gostar que trabalhe com isso. Eu, que não gosto, não vou fazer, não vou ganhar dinheiro com publicidade - igualzinho o filho-da-puta da vez, o Marcos Valério. Ou vai querer me enganar que aquele dinheiro todo é realmente vindo da propaganda? Ah, conta outra, careca.
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Ontém, o burro aqui perdeu o show de Los Hermanos - sim, eu me xinguei igual você deve tar fazendo-, porque não sabia que o Porão do Rock ia começar mais cedo e fui ao cinema ver bátima. Que ótimo, hein? Muuito boa idéia. Me impressiono comigo mermo. Mas, bem.. pelo menos teve algum lado bom - ou digamos que eu tenha visto o lado cheio do copo ou, mais provavelmente, inventado mais uma desculpa pra me consolar: o filme foi bom. Nossa, que compensador, né? Não, nadinha. Mas fa-z-o-quê? Perdi o show mermo, então deixa eu dizer logo do filme. Ao contrário do que eu imaginava, esperando que fosse só mais um filme blockbuster, foi massa. Numa parte dele, a personagem da mulezinha lá - Katie Holmes, superlindíssima - disse mais ou menos assim: o que você é não se define pelo que é por dentro, mas sim por suas ações. Gostei. Eu realmente concordo. De nada adianta ser ou achar que é alguma coisa se nada é feito pelo que se defende. E isso me lembrou a música duma banda que eu fiquei feliz por não ter perdido no porão, Astronautas:
"Não Faço Nada, Não Faço Nada,
Não Faço Nada, porque tudo tanto faz
E eu continuo a esperar que tudo caia do céu."
dejávù?
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