terça-feira, 8 de julho de 2014



4: Team - together everyone achieves more.


Domingo, Abril 24, 2005

 arquivo de 2005_04_01
 
Hoje, no Globo on line, vi uma matéria dizendo que as pessoas felizes vivem melhor, saudavelmente falando. Na ciência - no sentido de provas biológicas-, isso pode até ser novidade. Mas, no senso-comum -aquele chamado de experiência, que pessoas como seu avô ou a tiazinha da casa ao lado tem de sobra-, isso já é bem sabido. Não há quem esteja em eterna busca pela tristeza, em vez da felicidade. No entanto,
a diferença entre esse estudo aí e a idéia comum sobre a ela tá no tempo. No tempo? É: ele mostra que ser alegre faz bem a longo prazo; já o que a gente ve a cada dia é que ela vem e vai com a merma facilidade, trazendo prazer somente repentino. Como já era dito: Tristeza não tem fim; felicidade, sim. E é por essa efemeridade que a gente tá sempre procurando ser feliz, pois, já que ela entra sai das vidas num
instante, precisamos sempre duma dose extra. Tem gente que usa droga; tem gente que "ouvimos" música. Há, inclusive, aqueles que, em jogos, perdem dinheiro por um lado, mas, por outro, ganham
a tal valiosa alegria. Enfim, são vários os meios pra chegar-se até ela. No geral, por mais que se tente,
ninguém a atinge sozinho: se sente-se feliz com livros, alguém os escreveu; com música, alguém a compôs; com companhia,
alguem a te dá. Buscar uma auto-suficiência para a síntese de alegria é prepotência. Todos precisam de algo - ou de alguém.

Té.

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