7: Susto
Domingo, Maio 15, 2005
Na beira da rua, a caminho do lago norte, tinha um carro, do lado
dum ponto de ônibus. Aliás, não tinha, não. Na verdade, tinha só pedaços
- tanto do carro como do ponto. O carro já tinha sido levado há muito.
Depois de arrebentar dois orelhões e a parada completamente, ao que
parece, capotou mais de uma vez. Os dois caras que tavam dentro dele, no
entanto, não tiveram mais que machucados. Graças a alguém - ou ao
acaso. sei lá - eles ainda tão vivos. Ninguém morreu. Nem eles, nem eu,
que me assustei o bastante pelos 180 km/h na ida, juntos com viradas bruscas e curvas mal feitas, que me fizeram decidir por mudar de carro na hora da volta.
Mermão, pode parecer clichê, chato e o caralho-a-quatro, mas, na boa, é serio: se beber, não dirige, porra! Tu pode se machucar feio, ou até morrer. E o pior: matar gente que, apesar de tudo, ainda realmente não quer deixar de viver e outros que continuam(os) querendo ser músicos.
Té.
Mermão, pode parecer clichê, chato e o caralho-a-quatro, mas, na boa, é serio: se beber, não dirige, porra! Tu pode se machucar feio, ou até morrer. E o pior: matar gente que, apesar de tudo, ainda realmente não quer deixar de viver e outros que continuam(os) querendo ser músicos.
Té.
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